Simplenote: um app simples e melhor que o Notes

Já faz um bom tempo que estou à procura de um “caderno de anotações” na App Store. Os iPhones/iPods touch já vêm com o Notes, mas com o uso diário a gente percebe que ele não é lá muito prático.

Na busca por opções semelhantes, só encontrei listas de tarefas, interfaces poluídas e aquela coleção de recursos desnecessários. Mas eu só quero uma página em branco! É pedir muito? 🙂

Foi aí que encontrei o Simplenote. Como o nome já diz, é um básico caderno de notas: simples, sem nenhum tipo de formatação. Mas, mesmo sem poder alterar a fonte, a leitura já é bem mais fácil que a Marker Felt no fundo amarelo do Notes, não acham?

 

Simplenote e Notes

Para exportar as anotações, além de enviar por email, o app pode sincronizar as notas com uma aplicação web, sem necessidade de cabos. Essa API permite desenvolver aplicativos de terceiros para importar/exportar o conteúdo sincronizado, ou ainda trabalhar de outras maneiras com ele, o que torna a proposta bem interessante.

É bom lembrar que as anotações podem ser criadas e editadas tanto no app quanto via browser.

6-Simplenote2

Se você pretende produzir textos maiores, editores como o Quickoffice são opções melhores, principalmente pela formatação. Mas se é para anotar listas, pensamentos, memorandos… nada como o mais simples.

Pontos negativos? Assim como no Notes, o Simplenote não permite alterar a ordem das notas — que são organizadas somente por data —, e isso é essencial para destacar as mais importantes na ordem de prioridade.

No site oficial, a equipe incentiva o feedback dos usuários; então, quem baixar, pode entrar em contato com os caras para enviar sugestões!

O Simplenote requer o firmware 2.2.1 ou superior de iPhones/iPods touch e custa US$2 na App Store (~100KB).

por Larissa Herbst | 06/09/2009

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Motorola aposta tudo em celular com Android

Reuters Sexta-feira,

04 de setembro de 2009 – 19h42

Reuters

Motorola aposta tudo em celular com Android
Logo da Motorola em sede da empresa em Illinois: risco continua a ser o de que os novos modelos não sejam únicos o bastante para seduzir os consumidores.

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NOVA YORK – A Motorola precisa emplacar os novos celulares que colocará no mercado na semana que vem, para convencer Wall Street de que ainda tem lugar no setor mundial de telefonia móvel.

Google explica problemas no Gmail

A falha no Gmail que atingiu muitos usuários na última terça-feira foi explicada pelos programadores do Google.

Segundo post no blog do Gmail, alguns servidores foram tirados do ar para manutenção de rotina e atualização.

Só que os acessos ao e-mail eram tantos, que os analistas não perceberam que os servidores de roteamento, que fazem a conversação entre máquinas de clientes e o banco de dados, ficaram sobrecarregados e pararam de funcionar.

Como o Gmail possui diferentes servidores espalhados pelo mundo e as requisições também vêm de locais diferentes, os roteadores não conseguiam encaminhar as solicitações corretas.

De acordo com o Google Apps Dashboard, o serviço permaneceu por quase duas horas instável. Os programadores se desculparam e afirmaram que o problema serviu de alerta.

Leia mais:

Gmail volta a funcionar após pane

Gmail enfrenta problemas e fica fora do ar

Escrito por Bruno Roberti às 10h47

 

EUA planejam controlar a internet mundial

Os Estados Unidos continuam com planos para dominar a internet mundial. Um projeto criado na Virgina especifica os direitos que o país têm no controle da rede.

Como o projeto de lei foi entregue no ano passado, não houve tanto alarde na Casa Branca. Mas agora, uma versão foi novamente feita pelo senador Jay Rockefeller, que, entre outras coisas, afirma que o Poder Legislativo pode assumir o controle do setor privado da rede.

Segundo informações do The Inquirer, o Presidente poderia declarar emergência de segurança cibernética para mapear as redes privadas consideradas críticas e exigir que as empresas compartilhem informações com o governo.

A Internet Security Alliance afirma que a lei é muito vaga e adotá-la seria prejudicial para empresas. Já a Casa Branca vê com bons olhos o projeto, que poderia, por exemplo, direcionar o público em uma crise e garantir a economia.   

Escrito por Bruno Roberti às 09h35

Gmail enfrenta problemas e fica fora do ar

O Gmail enfrenta problemas de instabilidade na tarde desta terça-feira. Muitos usuários estão reclamando no Twitter, cuja palavra Gmail já faz parte dos Trending Topics. O problema persiste em várias partes do mundo.

Ao tentar abrir a página, o site informa a seguinte mensagem: “O servidor encontrou um erro temporário e não completou sua solicitação. Por favor, tente novamente em 30 segundos”. Por volta das 18 horas, alguns usuários passaram a abrir a página do serviço, mas enfrentavam dificuldades para carregar as mensagens.

Servidores que utilizam a plataforma do Gmail para e-mails, como o Globo e o IG também estão com o webmail fora do ar.

Segundo informações da assessoria de imprensa do Google Brasil, algumas contas já voltaram à normalidade e os analistas trabalham para restabelecer o serviço, que atinge o mundo todo.

No blog oficial do Gmail, os programadores admitem que o serviço passa por problemas, porém não apontam quais são e nem quando serão solucionados.

Para driblar a pane, o Google orienta os usuários para que acessem o Gmail por meio do servidor POP ou mesmo pelo celular.

Para usar o POP, basta cadastrar a sua conta do Gmail em um programa de e-mail, como o Outlook, por exemplo. É só colocar o servidor POP (pop.gmail.com), seu login e senha em “Configurações de Conta”.

Escrito por Bruno Roberti às 17h11

 

Google Docs ganha ferramenta de tradução

James Della Valle, de INFO Online

Domingo, 30 de agosto de 2009 – 08h16

Reprodução

Google Docs ganha ferramenta de tradução
 

 

Internet banda larga pela rede elétrica já pode ser vendida no país

As distribuidoras de energia elétrica já podem usar sua rede para transmitir internet banda larga. Nesta terça-feira (25), a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou a regulamentação do PLC (Power Line Communications), que também permite fornecer sinal de TV por assinatura direto da tomada de sua casa. O processo legal para que o serviço seja oferecido deve levar cerca de 5 meses.

Saiba mais sobre internet via rede elétrica

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) já havia homologado em abril a tecnologia que permite o tráfego de voz, dados e imagens pela rede elétrica. Conhecida como PLC, a nova forma de acesso à web já existe há cerca de dez anos e é vendida na Europa a uma velocidade de 4,5 Mbps -que deve chegar a 14 Mbps até o final do ano.

Entre as condições para a utilização da infra-estrutura da rede está a garantia da qualidade do fornecimento de energia elétrica para os consumidores e, se houver necessidade de investimento na rede, o custo será de responsabilidade da empresa de telecomunicações.

As concessionárias de energia não podem fornecer o acesso à internet diretamente. Por isso devem disponibilizar sua rede para operadoras ou criar subsidiárias. A AES Eletropaulo já divulgou que não pretende vender o PLC diretamente para o consumidor final, devendo fazer uma parceria com as operadoras de telecomunicações para atender ao novo serviço, como Telefonica, TIM, Vivo, Oi e Claro.

A Aneel espera que as tarifas de energia caiam graças à “receita obtida com o aluguel dos fios”.

Como é a internet por rede elétrica

A principal vantagem dessa tecnologia, segundo os especialistas, é que fornecerá acesso à web pela tomada -assim aproveita uma estrutura já existente para chegar a regiões onde outras alternativas de acesso rápido ainda não estão disponíveis. Com o PLC, a tomada elétrica vira o ponto principal de comunicação da residência ou da empresa. Mas, na prática, o que muda para o usuário?

Segundo o engenheiro eletrônico Almir Meira, professor da FIAP e Faculdade Módulo, para ter acesso à tecnologia, o usuário deverá contratar o serviço da operadora credenciada para comercializá-lo e adquirir um modem compatível com a tomada elétrica. O aparelho também pode ter uma antena para transmitir o sinal por Wi-Fi.

Os preços e velocidade do acesso à internet via rede elétrica ainda não estão definidos, mas acredita-se que a conexão será mais barata do que a banda larga. Testes já realizados no país mostram que a conexão pode chegar a 21 (Mbps) megabits por segundo, mas essa velocidade não será, necessariamente, repassada em sua totalidade para os clientes.

A Anatel ressalta que a conta de energia continuará separada porque se trata da mesma estrutura, mas usada para fins diferentes.

Arte/UOL

*Atualiazada às 22h45