N900 da Nokia vem com sistema Linux para concorrer com iPhone 3GS

N900 da Nokia vem com sistema Linux para concorrer com iPhone 3GS

Divulgação

Mais um concorrente do iPhone 3GS chega ao mercado de smartphones. A Nokia lançou seu primeiro celular com software Linux, o N900. A empresa já utiliza o sistema operacional em modelos de tablets anteriores, como o N800, mas agora resolveu apostar em smarts.

Pela primeira vez, a empresa vai utilizar o sistema Maemo 5 e não o Symbian, presente em mais da metade do mercado de smartphones. O N900 terá tela touchscreen de 3,5 polegadas, memória de 32GB, slot para cartões microSD, câmera de 5MP, além de rádio FM e conexões 3G, Wi-Fi e GPS.

O gadget chega para concorrer com o iPhone 3GS, que será lançado no Brasil nesta sexta-feira. Com design deslizante e teclado Qwerty, o produto tem o mesmo processador do dispositivo da Apple: ARM Cortex-A8 600MHz.

Porém, o N900 traz mais memória RAM, já que tem 256Mb, mas pode chegar até 1GB. Além disso, a tecnologia 3G chega até a 10Mbps de download. Já o gadget da Apple tem memória de 256Mb e velocidade de transmissão de até 7,2Mbps. Além disso, a câmera do iPhone 3GS é de 3MP, bem abaixo do concorrente da Nokia.

O N900 chega ao mercado mundial no começo de outubro e sai por cerca de 712 dólares, enquanto que o iPhone custa 299 dólares, na versão de 32GB de capacidade.

Escrito por Bruno Roberti às 09h25

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Samsung lança OmniaPro, smart com Windows Mobile

A Samsung anunciou nesta quarta (26) o OmniaPro (B7320), smartphone com o não tão querido sistema operacional Windows Mobile 6.1.

 

Aparelho chega pela Claro e possui 3G, Wi-Fi e GPS
Renato Rodrigues
  

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O OmniaPro tem uma carinha de Nokia…

O ”Pro” vem com Outlook Mobile e Office Mobile, que permite ver e editar documentos do MS Office. O pacote de software também inclui o navegador Pocket Internet Explorer e Windows Live Messenger.

Em termos de conexões, o kit completo: 3G HDSPA, Bluetooth e Wi-Fi, além de GPS – mas sem aplicativo de navegação embutido. Para entretenimento, câmera de 3.2MP, MP3 Player e rádio FM.

A memória interna de 70MB pode ser expandida até 16GB via cartão microSD (o kit traz um de 1GB). O Omnia Pro, que parece incrivelmente um Nokia E71, pesa 110g e possui visor de 2,4″ com resolução de 320 x 240 e 65 000 cores.

Inicialmente, o novo smartphone WinMo será exclusivo da Claro, por R$ 249 (plano Claro 80 + pacote de dados de 100MB). A oferta é válida até 30 de setembro. Avulso, o preço é R$ 799.

Internet banda larga pela rede elétrica já pode ser vendida no país

As distribuidoras de energia elétrica já podem usar sua rede para transmitir internet banda larga. Nesta terça-feira (25), a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou a regulamentação do PLC (Power Line Communications), que também permite fornecer sinal de TV por assinatura direto da tomada de sua casa. O processo legal para que o serviço seja oferecido deve levar cerca de 5 meses.

Saiba mais sobre internet via rede elétrica

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) já havia homologado em abril a tecnologia que permite o tráfego de voz, dados e imagens pela rede elétrica. Conhecida como PLC, a nova forma de acesso à web já existe há cerca de dez anos e é vendida na Europa a uma velocidade de 4,5 Mbps -que deve chegar a 14 Mbps até o final do ano.

Entre as condições para a utilização da infra-estrutura da rede está a garantia da qualidade do fornecimento de energia elétrica para os consumidores e, se houver necessidade de investimento na rede, o custo será de responsabilidade da empresa de telecomunicações.

As concessionárias de energia não podem fornecer o acesso à internet diretamente. Por isso devem disponibilizar sua rede para operadoras ou criar subsidiárias. A AES Eletropaulo já divulgou que não pretende vender o PLC diretamente para o consumidor final, devendo fazer uma parceria com as operadoras de telecomunicações para atender ao novo serviço, como Telefonica, TIM, Vivo, Oi e Claro.

A Aneel espera que as tarifas de energia caiam graças à “receita obtida com o aluguel dos fios”.

Como é a internet por rede elétrica

A principal vantagem dessa tecnologia, segundo os especialistas, é que fornecerá acesso à web pela tomada -assim aproveita uma estrutura já existente para chegar a regiões onde outras alternativas de acesso rápido ainda não estão disponíveis. Com o PLC, a tomada elétrica vira o ponto principal de comunicação da residência ou da empresa. Mas, na prática, o que muda para o usuário?

Segundo o engenheiro eletrônico Almir Meira, professor da FIAP e Faculdade Módulo, para ter acesso à tecnologia, o usuário deverá contratar o serviço da operadora credenciada para comercializá-lo e adquirir um modem compatível com a tomada elétrica. O aparelho também pode ter uma antena para transmitir o sinal por Wi-Fi.

Os preços e velocidade do acesso à internet via rede elétrica ainda não estão definidos, mas acredita-se que a conexão será mais barata do que a banda larga. Testes já realizados no país mostram que a conexão pode chegar a 21 (Mbps) megabits por segundo, mas essa velocidade não será, necessariamente, repassada em sua totalidade para os clientes.

A Anatel ressalta que a conta de energia continuará separada porque se trata da mesma estrutura, mas usada para fins diferentes.

Arte/UOL

*Atualiazada às 22h45

Após liberação, Speedy volta a ser vendido nesta quinta-feira

O serviço de banda larga Speedy da Telefônica volta a ser vendido a partir das 08 horas de amanhã, quinta-feira (27). A empresa atende a cerca de 97% da população do Estado de São Paulo.

O Conselho Diretor da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) decidiu hoje (26) autorizar a retomada da venda do serviço de internet Speedy, da Telefônica, após mais de dois meses de suspensão.

Telefônica precisa de plano a longo prazo para Speedy, dizem especialistas
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A decisão determina que as vendas podem ser retomadas a partir de hoje, e as ações da empresa serão acompanhadas pela Anatel por 60 dias. Segundo a conselheira Emília Ribeiro, relatora do processo, a Anatel considerou as medidas que estão sendo tomadas pela empresa suficientes. “Ela está quase triplicando a capacidade dela, inclusive melhoria na gerencia de atendimento ao usuário”, afirmou.

A informação já foi passada para a Telefônica e para a Comissão de Valores Mobiliários. A comercialização do Speedy está proibida desde o dia 23 de junho, devido às constantes falhas do serviço.

Na semana passada o conselho poderia ter liberado a venda, mas o conselheiro Plínio de Aguiar pediu vistas do processo, para analisar melhor as ações da empresa. O Ministro das Comunicações, Hélio Costa, declarou seguidas vezes que a comercialização do serviço poderia ser retomada, pois a Telefônica sentiu as conseqüências da punição e que a pena deveria ser revista.

Cerca de 200 mil instalações deixaram de ser realizadas por empresas terceirizadas da Telefônica, e como consequência, 5 mil funcionários poderiam ter sido demitidos, além de outros 1.200 postos que não abriram, segundo o Sindicado das Empresas Prestadoras de Serviços de TV por Assinatura e Telecomunicações do Estado de São Paulo (Sitesp).

A suspensão também atingiu consumidores que tinham o Speedy como única opção de acesso à banda larga, segundo a Associação Brasileira de Pequenos Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrappit).

Histórico

Na mesma semana da suspensão, em junho, a Telefônica foi à Brasília apresentar um plano de contingência, atendendo ao pedido da Anatel. A empresa afirmou que planejava investir R$ 70 milhões para melhorar sua rede. A principal medida seria duplicar de dois para quatro o número de servidores DNS (Domain Name Service), responsáveis pela “tradução” de URLs (como http://www.uol.com.br) para endereços de IP (protocolo de internet).

Durante o período foram feitas especulações quanto à data de liberação das vendas do Speedy, como, por exemplo, em 20 de julho data limite imposta pela Anatel para que a Telefônica apresentasse o plano. Três dias antes (em 17 de julho), no entanto, a Telefônica anunciou que já havia concluido da primeira fase do plano de recuperação e passou a aguardar pela liberação.

PROBLEMAS GRAVES NO SPEEDY COMPLETAM 1 ANO

02/07/2008 20/02/2009 06/04/2009 18/05/2009
Interrupção no
Estado de São Paulo
Incêndio em datacenter Ataques de negação de serviço Lentidão e intermitência no serviço de DNS
Aproximadamente 2 milhões de usuários residenciais são afetados, além de órgãos públicos do Governo do Estado de São Paulo e corporações privadas. Incêndio em prédio da operadora em Barueri afeta datacenter e derruba acesso de clientes à internet Um ataque de hacker aos servidores DNS da operadora foi responsável pelos problemas de acesso enfrentados pelos usuários Operadora sinaliza dois períodos de instabilidade na infraestrutura que dá suporte ao acesso à rede mundial de computadores