Governo britânico propõe bloquear acesso para compartilhamento

LONDRES (Reuters) – Internautas que insistem em fazer downloads ilegais de músicas a partir de sites de compartilhamento, como o Limewire, podem ter o acesso à Web bloqueado, de acordo com propostas do governo britânico divulgadas nesta terça-feira.

O governo informou que está apresentando novas ideias para acelerar o combate ao compartilhamento ilícito de arquivos, de forma a evitar prejuízos às indústrias de conteúdo.

As propostas incluem exigir que provedores de acesso à Internet tomem atitude contra infratores reincidentes, incluindo o bloqueio do acesso a sites de download, a redução da velocidade da banda larga ou a suspensão temporária da conta do indivíduo.

Segundo propostas anteriores do governo, o órgão regulador de mídia Ofcom teria que determinar a necessidade de medidas técnicas, o que significava que as primeiras iniciativas para conter o problema não entrariam em vigor até 2012.

“O governo agora tem a visão de que, se a ação for considerada necessária, poderia ser muito tempo para esperar, dada a pressão da pirataria sobre as indústrias criativas”, informou o governo em um comunicado. “As novas ideias apresentadas hoje potencialmente permitem que medidas sejam tomadas mais cedo”.

Com as novas propostas, a Secretaria de Estado instruirá a Ofcom a introduzir medidas técnicas para reprimir a pirataria se necessário.

“A tecnologia e o comportamento do consumidor mudam rapidamente e é importante que a Ofcom tenha flexibilidade para responder rapidamente ao compartilhamento ilegal de arquivos”, afirmou o ministro Stephen Timms em um comunicado.

Governos de todo o mundo têm tentado encontrar uma solução para o problema de pirataria na Internet, com resultados variados.

Uma lei apoiada pelo presidente francês Nicolas Sarkozy para cortar o acesso à Internet dos culpados por downloads ilegais já foi revogada pela mais alta corte constitucional do país, e uma votação foi adiada até setembro.

Por Kate Holton

Anúncios

Sun oferece cursos para certificação em Java

Fabricante fecha parcerias com empresas de Campinas (SP) e de Cuiabá (MT).

A Sun Microsystems está levando para Cuiabá (Mato Grosso) e Campinas (interior de São Paulo) cursos em Java que permitirão aos profissionais de tecnologia da informação (TI) se certificaren nessa linguagem de programação.

Para isso, a companhia fechou parceria com a Dextra Sistemas, empresa de TI que presta serviços de fábrica de software e consultoria em Campinas, e a TDS Tecnologia, que fica em Cuiabá e promove treinamentos na plataforma Sun.

Os participantes serão preparados para não só desenvolver aplicações corporativas como se submeter aos exames de certificação SCJP (Sun Certified Java Programmer) e SCJD (Sun Certified Java Developer) da empresa.

As duas parceiras já oferecem em suas cidades os módulos de treinamentos para a certificação Java Associate, Programador Java e Desenvolvedor Java, entre outros.

Os interessados encontram mais informações nos sites: www.dextra.com.br e www.tdstecnologia.com.br.

Por Redação da Computerworld

25 de agosto de 2009 – 13h27

Vídeos: Kingston mostra como faz pendrive

Algum dia você teve curiosidade de como se produz um pendrive? Um funcionário da Kingston gravou um vídeo na fábrica que produz os dispositivos.

Já no futebol, uma cena lamentável. O zagueiro Sérgio Jáuregui, do Blooming, deu uma voadora no atacante Leonardo Medina, do Oriente Petrolero, durante briga no clássico boliviano.

Para descontrair, o pessoal do Barats and Bereta fez um vídeo hilário da rivalidade entre o carteiro e o leiteiro, no velho estilo Matrix. 

Outro vídeo muito comentado na web foi o de um motorista que atropelou um cavalo. Parece que os animais e os automóveis não estão se dando muito bem. Vocês se lembram daquele que foi atropelado durante um rally?

click no link abaixo

http://mais.uol.com.br/view/9d1qqdho43o5/como-se-faz-um-pen-drive-0402316AC0811366?types=A

Escrito por Bruno Roberti às 20h00