Serviços localizam pessoas na internet

Reprodução

Fazer buscas por assuntos na web já é mais do que comum. Agora, alguns sites oferecem um serviço de pesquisar pessoas por nome ou endereço, parecido com as listas telefônicas, mas com muitos recursos.

Nos Estados Unidos, sites como o Zaba Search, por exemplo, fazem pesquisas por nome ou telefone. As buscas podem ser filtradas entre os 50 estados do país.

Já o People Search localiza pessoas dentro dos EUA somente por nome. Porém, o serviço é cobrado. Uma procura simples custa 1,95 dólares e uma pesquisa mais elaborada sai por 39,95 dólares.

O Pipl não se restringe somente aos EUA. As buscas são realizadas no mundo. Para isso, você precisa fornecer dados mais precisos, como nome, cidade, estado e país. E os resultados incluem, além de contatos, redes sociais, blogs, fotos e endereços na web.

E vocês? Conhecem algum outro site que faça pesquisas de pessoas? Comentem.

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Primeiro leilão brasileiro via Twitter vende câmera digital

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18/08/2009 11:03:28
Por Fernando Souza Filho

 

Por apenas R$ 431,50, 48% abaixo do valor de mercado, o perfil @gomesdiego venceu o primeiro leilão do Twitter, promovido pelo Comprafacil.com, e levou a Câmera Digital Stylus da Olympus. A ação aconteceu no dia 13 de agosto, em parceria com a Simples Agência.

O leilão contou com a interação de 300 participantes e teve mais de 1,2 mil lances, ficando em terceiro lugar entre os assuntos mais respondidos na rede brasileira. A duração foi de 3 horas e 35 minutos.

Na próxima semana, o Compra Fácil vai leiloar um Celular Arena KM900 da LG com tecnologia 3G, Wi-Fi, GPS, touchscreen, câmera 5 MP com flash, filmadora, MP3 player, rádio FM, bluetooth estéreo 2.0, fone, cabo de dados e memória de 8 GB
O leilão contou com a interação de 300 participantes e teve mais de 1,2 mil lances, ficando em terceiro lugar entre os assuntos mais respondidos na rede brasileira. A duração foi de 3 horas e 35 minutos.

Na próxima semana, o Compra Fácil vai leiloar um Celular Arena KM900 da LG com tecnologia 3G, Wi-Fi, GPS, touchscreen, câmera 5 MP com flash, filmadora, MP3 player, rádio FM, bluetooth estéreo 2.0, fone, cabo de dados e memória de 8 GB

A importância de desenvolver um plano de sucessão

 Os gestores da área de TI colocam em risco suas possibilidades de ascensão profissional ao não identificar e preparar potenciais substitutos

Quanto mais experiente o CIO menos ele tende a cometer erros básicos, como esquecer de criar um plano de contingência para garantir a continuidade dos serviços e soluções críticos para TI. Esse mesmo cuidado, no entanto, não se aplica quando analisada a forma como os executivos lidam com a carreira.

Na maior parte dos casos, os gestores da área de tecnologia até têm um plano de ascensão profissional, mas esquecem de um detalhe fundamental para isso: preparar um sucessor ao cargo. Contar com um substituto ajuda não só o profissional a conseguir desligar-se da empresa por breves períodos – férias ou eventos internacionais – como também pode significar a possibilidade de crescimento na carreira. “Já vi casos em que os executivos deixaram de ser promovidos por não ter alguém preparado para substituí-los”, afirma o gerente da divisão de tecnologia da informação no Brasil da empresa de recrutamento Michael Page, Ricardo Basaglia.

O diretor-geral da operadora de turismo Set Travel, Paulo Palaia, conta que só entendeu a importância de trabalhar com um plano de sucessão no momento em que deparou-se com uma das piores situações da sua vida. Em 2003, quando era o diretor de TI da empresa de viagens CVC, o executivo sofreu um grave acidente automobilístico e precisou fi car três meses afastado do trabalho.

“Essa licença gerou uma situação bastante incômoda para mim e para a empresa”, conta Palaia, ao afirmar que durante seu afastamento boa parte dos projetos de TI fi cou parado. “E isso me fez enxergar que eu não era insubstituível e que se quisesse deixar uma boa imagem do meu trabalho precisaria ter alguém preparado para me substituir.”

Na volta da licença médica, ainda em 2003, o executivo começou a colocar em prática o plano de buscar um sucessor. Para isso, identificou dentro da sua equipe os profi ssionais que tinham três competências que Palaia considerava essenciais para um diretor de TI: curiosidade, inconformismo e comprometimento com resultados. Além disso, o executivo buscava alguém que estivesse disposto a gastar cerca de 70% do tempo fora da área de tecnologia, com o intuito de entender os problemas e as demandas dos usuários.

Após uma triagem da equipe de TI, Palaia identifi cou que o, na época, gerente de infraestrutura da CVC, Marcos Fabio Faria, cumpria boa parte dos requisitos para substituí-lo. “Em 2003 mesmo, eu expressei para ele a intenção de que fosse meu sucessor e trabalhasse mais próximo de mim”, conta o executivo, que, a partir daí, implementou uma metodologia batizada por ele de ‘sombra’. Faria trabalhava metade do dia – quatro horas em média – diretamente com o diretor de tecnologia, dividindo a mesma sala e os compromissos profissionais.

Esse tempo mais próximo, de acordo com o atual diretor-geral da Set Travel, foi essencial para ensinar boa parte de suas atribuições ao futuro substituto e também representou uma oportunidade de analisar com clareza quais as competências que precisavam ser aprimora das em Faria. “Ele não se mostrava uma pessoa muito inconformada, mas decidi desenvolver isso com algumas atividades”, conta Palaia. Ainda segundo ele, para tanto, o futuro diretor de TI foi estimulado a analisar e implementar melhorias nos diversos departamentos da CVC. “O que, com o tempo, gerou uma evolução importante na postura crítica do executivo”, acrescenta.

Ao todo, o processo de preparação de Faria durou cerca de três anos. Em setembro de 2006, Palaia recebeu o convite para atuar como responsável pela TI da rede de laboratórios Diagnósticos da América – que hoje opera sob a marca DASA – e seu sucessor foi automaticamente promovido à sua antiga função na CVC. “Graças ao plano de sucessão, meu desligamento aconteceu sem traumas. Tanto é verdade que, em janeiro de 2008, fui convidado a voltar para a empresa, com o intuito de tocar o projeto da Set Travel – a qual faz parte do grupo CVC”, conclui o diretor-geral da operadora, que prepara agora a implementação de um planejamento sucessório em sua atual companhia.

Casos de sucesso como o de Palaia, no entanto, representam algo raro no mercado e, em especial, entre os executivos de TI. Justiça seja feita, nos últimos cinco anos, boa parte dos profissionais entendeu a necessidade de preparar um sucessor, mas poucos encontram tempo e recursos para implementar políticas estruturadas.

Para a sócia-diretora da empresa de recrutamento Korn/Ferry no Brasil, Fernanda Pomin, em muitos casos os executivos acreditam que o planejamento sucessório precisa ser conduzido pela área de recursos humanos. O que representa um equívoco, na opi- nião da especialista, a qual aponta que o papel do RH é suprir os executivos com as ferramentas necessárias para que eles mesmos conduzam as fases de busca e de capacitação dos possíveis substitutos.

No caso da rede de materiais de construção Leroy Merlin, há dois anos, a companhia implementou um programa global para capacitar seus principais líderes a identificar e a desenvolver talentos internos. E o diretor de TI da empresa no País, Anderson Cunha, conta que a partir dessa atividade ele se sente mais preparado para conduzir uma política de sucessão em sua área.

“Desde janeiro de 2008 eu faço parte do board (grupo de principais executivos) da Leroy. E todos os membros dessa equipe têm a obrigação de criar um plano sucessório”, relata Cunha, que confessa estar na fase inicial do processo. “Estou com o radar ligado para identificar os profissionais mais indicados a me substituir”, conta o executivo.

O principal cuidado na avaliação dos sucessores, ressalta o diretor de TI, é enxergar alguém que tenha os requisitos necessários para assumir os desafios que sua área terá nos próximos cinco anos. Isso porque, de acordo com o executivo, provavelmente quando outro profissional for ocupar sua posição atual tende a encontrar desafios diferentes dos enfrentados hoje.

No caso específico de Cunha, ele explica que há uma tendência de a área de tecnologia da informação da Leroy Merlin, nos próximos anos, migrar para um modelo de sistemas globais de TI. Por conta disso, diferente do que acontece hoje, o diretor da área vai precisar apresentar a capacidade de conciliar o trabalho com equipes locais e internacionais. “Esses novos requisitos têm tornado meu trabalho para identificar um sucessor mais difícil”, admite o executivo, que afirma estar analisando pessoas dentro da sua atual equipe de tecnologia, mas não descarta buscar alguém em outros países.

Uma das alternativas encontradas pelo CIO de uma das maiores distribuidoras de bebidas do Brasil – que prefere não se identificar por questões estratégicas – foi eleger três potenciais sucessores ao seu cargo.

Após avaliar que os seus gerentes de infraestrutura, projetos e telecom poderiam desenvolver as competências necessárias para ocupar a diretoria de TI, o executivo iniciou, há aproximadamente quatro anos, um trabalho de capacitação desse grupo de profissionais.

“No processo, os sucessores já foram estimulados a absorver atribuições mais estratégicas”, informa o CIO. Segundo ele, para isso, os profissionais receberam uma promoção dentro da empresa e assumiram, de forma gradual, uma parte das funções que eram do principal executivo de TI. “E, com mais tempo para cuidar de outras questões, eu recebi o convite, no segundo semestre do ano passado, para assumir uma área de inteligência competitiva da companhia”, relata, ao informar que, pelo menos por enquanto, ele deve acumular a liderança da área de tecnologia da informação.

Quanto ao fato de que apenas um dos três potenciais sucessores vai ser efetivado ao cargo de CIO, o executivo rebate: “Esses profissionais tendem a se sentir valorizados. E mesmo que eles não assumirem minha função estão preparados para uma posição de liderança em qualquer empresa.” Uma opinião compartilhada por Fernanda Pomin, da Korn/Ferry. De acordo com a especialista, de forma geral, os funcionários que participam de uma política de sucessão tendem a enxergar isso como uma oportunidade de desenvolvimento profissional, mesmo sem a previsão de um novo cargo.

Tatiana Americano, da CIO BrasilPublicada em 18 de agosto de 2009 às 09h15

Web Sem Custos – Hospedagem Gratuita no Brasil

Provavelmente todos que começaram a trabalhar com web de forma autônoma já se depararam com a procura de um servidor de hospedagem gratuita. Este serviço por muito tempo possuía uma grande fatia no mercado, muitos profissionais conhecidos hoje um dia já trabalharam com GeoCities, Kit.Net, HPG entre tantos outros serviços gratuitos em língua portuguesa que existiam no mercado.

Há pouco tempo o GeoCities, serviço gigantesco de hospedagem gratuita do Yahoo!, anunciou que fechará suas portas em outubro deste ano, e, se não vai tirar da rede milhares milhões de pequenos sites, deixará um grande buraco vazio na internet.

Hoje em dia as crianças já crescem com acesso a computadores e a grande rede, ainda mais com a inclusão digital que vem ocorrendo, e por muitas vezes para um jovem, ainda sem renda, adquirir uma hospedagem paga é complicado e um tanto desestimulante para início de carreira, o que pode acarretar em um abandono prematuro de futuros grandes profissionais. Afinal, sobram vagas e falta mão de obra especializada.

É um tanto triste que com o avanço tecnológico, os serviços gratuitos de hospedagem sejam cada vez mais escassos. Por muitas vezes leitores e alunos me perguntam sobre estes serviços e vasculham a internet tentando encontrar um serviço gratuito de hospedagem sem propagandas e fácil de manusear. Quando encontram são em sites estrangeiros e o inglês se torna um obstáculo para alguns deles.

A internet é e sempre foi um veículo de destaque por possuir liberdade de expressão, é por este motivo que ela é a mídia que mais cresce no mundo. Chega a ser uma mazela no mercado a inexistência de um servidor gratuito decente e que não explore o usuário com anúncios saltitantes ou espaço de 500kb para guardar arquivos.

Para auxiliar aos leitores, fiz uma pesquisa na grande rede e testei diversos sites que oferecem hospedagem gratuita, consegui observar os pontos positivos e negativos de cada um e fiz uma lista com os três melhores que me deparei. São eles, do melhor para o pior (na minha opinião como usuário):

Primeiro

HDFree – Sem dúvida, o melhor serviço que utilizei neste sentido. Possui acesso via FTP, sem propagandas, rápido e fácil de manusear, suporta sites em DHTML e possui espaço e tráfego ilimitado. Para quem está iniciando neste mercado é, na minha opinião, sem dúvida a melhor opção. Pelo que pude pesquisar, a HDFree já é sucesso na Índia, México e em vários países da América Latina e já tem um público bem fiel no Brasil. Conseguiu cumprir o que propôs. Nota 9.

Segundo

HPG – O bom e velho HPG, já está no mercado há anos. É o serviço de hospedagem gratuita oferecido pelo IG. É fácil de utilizar, possui alguns códigos prontos para você inserir, porém o grande ponto negativo é o espaço ilimitado. Ainda assim, é uma excelente opção. Nota 6.

Terceiro

CriandoSite – É um serviço bem antigo, fui descobrir que ele ainda estava no ar ao pesquisar para escrever este artigo. Possui uma interface agradável e também é simples de manusear, aceita apenas linguagens básicas e várias opções de endereço. O principal ponto negativo que encontrei foi a lentidão para abrir alguns sites. Além disso, às vezes me pareceu instável. Nota 5.

Terça-feira, 18/08/2009 – 09:30 – Por Raviel Carvalho

A web vai a marte

SÃO PAULO – Vinton Cerf, o pai da internet, fala sobre a rede de comunicação interplanetária que ele está desenvolvendo com a Nasa.

 

 

 A web vai a marte

Nos anos 70, quando era professor da universidade de Stanford, na Califórnia, Vinton Cerf conduziu as pesquisas que levaram à criação do protocolo IP, base de toda a internet. Desde 2005, Cerf é vice-presidente e evangelista chefe do Google. Mas seus projetos já não se restringem às conexões terrestres. Junto com uma equipe do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL), ele desenvolve o que deverá ser a internet interplanetária, ou InterPla-Net, um conjunto de padrões para a comunicação entre espaçonaves. Nesta entrevista à INFO, Cerf, hoje com 66 anos, fala sobre a importância desse projeto.

 

INFO – A InterPlaNet é uma web espacial?

 

CERF – Vai ser um backbone interplanetário. Enquanto a internet terrestre conecta várias redes entre si, a InterPlaNet vai interligar locais desconectados. A web, por sua vez, é uma aplicação que roda sobre a internet terrestre. Essa aplicação teria de mudar consideravelmente para funcionar numa rede de dimensões interplanetárias. Mas podemos imaginar webs operando localmente em cada planeta e em cada espaçonave.

 

INFO – Aonde vocês querem chegar?

CERF – O projeto começou no JPL em 1998 e se expandiu para incluir outros laboratórios da Nasa e também colegas de outros países. A meta é estabelecer padrões de comunicação que todos os países com atividades espaciais possam adotar. Assim, as espaçonaves poderão se comunicar de forma padronizada independentemente do país em que foram fabricadas. Os padrões que estamos criando vão atender a requisitos da exploração espacial tripulada e robótica. Também vão permitir que equipamentos já lançados ao espaço sejam reequipados para atender a novas necessidades.

INFO – Isso exige novos protocolos?

 

CERF – O protocolo TCP/IP funciona bem em ambientes bem conectados, com pouco atraso na transmissão de dados. Mas a comunicação no espaço sideral sofre atrasos por estar limitada à velocidade da luz. Além disso, tem taxas de erro elevadas e envolve conexões intermitentes e unidirecionais. Isso torna o uso do TCP/IP inviável. Os protocolos interplanetários são projetados para o que chamamos de redes tolerantes a atrasos e interrupções (DTN, na sigla em inglês). Esses atrasos e interrupções que ocorrem no espaço quebrariam o TCP/IP.

 

INFO – O que vai mudar na comunicação entre espaçonaves com o uso da InterPlaNet?

 

CERF – As conexões da Deep Space Network (rede espacial em uso atualmente) e da rede montada para a exploração robótica de Marte são controladas manualmente. A InterPlaNet vai operar de forma bastante mais automática. A conexão Terra-Marte será, provavelmente, o primeiro segmento do futuro backbone interplanetário.

 

INFO – Quando a rede começa a funcionar?

 

CERF – Estamos fazendo testes na espaçonave Deep Impact (agora chamada de Epoxi), na Estação Espacial Internacional e em instalações terrestres. Pretendemos estender esses testes a satélites e ter os protocolos a bordo de missões que irão a Marte e a outros planetas entre 2011 e 2030. Esperamos que o backbone cresça com o tempo, à medida que sejam lançadas novas missões que empreguem esses padrões.

 

INFO – Esse trabalho trará algum benefício às comunicações terrestres?

 

CERF – Sim. Estamos trabalhando na definição da arquitetura e dos protocolos para permitir a interoperação da internet terrestre com redes em outros planetas e espaçonaves em trânsito.

 

INFO – Qual é o objetivo da parceria do Google com o Centro de Pesquisas Ames, da Nasa?

 

Temos um acordo com a Nasa para colaborar na organização e no gerenciamento da vasta quantidade de informações que flui das missões científicas patrocinadas pela agência espacial. Esses dados provêm de telescópios, sensores em espaçonaves, robôs de superfície — como os dois que estão operando em Marte — e muitas outras fontes.

 

INFO – Como será a internet daqui a cinco anos?

 

CERF – Ela provavelmente vai atingir 50% a 70% do planeta. Muitos dos internautas terão acesso a ela por meio de dispositivos móveis. Além disso, veremos, conectados à internet, redes de sensores e uma variedade de aparelhos em casa, no escritório e nos veículos. A internet será parte da evolução de uma rede elétrica inteligente. Vai conduzir o fluxo de informações necessário para tornar mais eficiente o uso da energia. E estou certo de que vai haver aplicações que vão nos surpreender. Haverá, por exemplo, maneiras muito inovadoras de lidar com vídeo em ambientes de comutação rápida de pacotes. Espero, ainda, que tenhamos muitas aplicações baseadas em reconhecimento de voz, incluindo tradução automática e simultânea, tanto de texto como de fala.

 Maurício Grego, da INFO Segunda-feira, 17 de agosto de 2009 – 19h45


Gadget do dia: netbook LG X120 Scarlet com TV digital

Publicado por Henrique Martin em 17/08/2009 – 08:1412 comentários

X120L_DTV_01

E a linha Scarlet, depois das TVs e celulares, chega ao netbook: o X120L é o primeiro modelo com receptor 1-seg a chegar ao mercado (ainda este mês). Ele tem ainda um irmãozinho, o X120G, com modem 3G desbloqueado.

A configuração dos dois modelos é a mesma, só muda a cor  (preto e vermelho para a máquina com 3G, branco e vermelho para a com TV digital): Intel Atom N270, 1 GB de RAM, tela de 10,1″, gráficos Intel GMA 950, 160 GB de HD, 3 portas USB, leitor de cartões 4 em um, Bluetooth, webcam e bateria de 6 células. Ambos pesam 1,27 kg.

Os dois netbooks X120 Scarlet chegam às lojas ainda este mês, segundo a LG. O modelo com TV digital será vendido pelo preço sugerido de R$ 1.999 e o com 3G, por R$ 2.099.

O curioso é que a Dell mostrou semana passada um protótipo do Mini 10 com TV digital… Será o 1-seg o  mais novo “killer app” dos netbooks?

Mais fotos dos modelos da LG:

X120L: com TV digital

X120G: modelo com 3G

X120G com modem 3G desbloqueado